Pranto fugaz
Por vezes dizemo-nos as
maiores das barbaridades
num pranto fugaz
vindo (sabe-se lá de onde?)
num segundo de dor espinhosa
que esmaga a dureza do chão quebrado
e se afunda no âmago do que somos.
Mas isso não quer dizer que não te ame de morte
e p'ra vida, meu amor.
Abraça-me,
agora que nos calámos.
Eu sei que me gostas –
e sabe sempre tão bem esse beijo de paz.
num pranto fugaz
vindo (sabe-se lá de onde?)
num segundo de dor espinhosa
que esmaga a dureza do chão quebrado
e se afunda no âmago do que somos.
Mas isso não quer dizer que não te ame de morte
e p'ra vida, meu amor.
Abraça-me,
agora que nos calámos.
Eu sei que me gostas –
e sabe sempre tão bem esse beijo de paz.
A realidade?
A realidade?
Conheço-a muito bem, muito obrigada;
mas não gosto.
Se fui abençoada com a capacidade de criar,
por que não domesticá-la?
Isso, sentadinha, aí.
Tchiu! Caladinha.
Quem manda na minha felicidade sou eu.
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